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domingo, 23 de setembro de 2007



protect every kiss

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posted by Marco Lourenço
04:59

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quinta-feira, 20 de setembro de 2007



hoje os membros e aspirantes membros do ser inteiro vão ao queer lisboa 11.
vamos ver o blossoming of maximo oliveros.
vai ser muito bom.
apareçam *

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posted by Marco Lourenço
23:49

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segunda-feira, 17 de setembro de 2007


O festival tem esta responsabilidade: exibir importantes novas propostas cinematográficas, retrato e consequência das diversas realidades sociais das comunidades e indivíduos queer de todo o mundo, que não estão acessíveis ao grande público. Nem sempre é uma cinematografia fácil e sem dúvida que não deixa de ser ainda algo incómoda. Mas ela irrompe com cada vez mais expressão nos festivais de cinema um pouco por todo o mundo.

filmes e doc’s - o que desejo ver

cinematografia gay portuguesa dos anos 70 | 18 setembro · 16h e 18.30h longa metragem
oscar alves realizou um conjunto de filmes, curtas e médias metragens, entre 1975 e 1978, que são exemplo do fulgor de uma expressão cinematográfica injustamente esquecida, e que nos levanta importantes questões sobre a não continuidade de uma produção regular, em Portugal, de um cinema de expressão marcadamente queer.

bob and jack’s 52 - year adventure | 19 setembro · 21.30h doc
em 1952 um sargento do exército foi apanhado a jeito e seduzido pelo seu comandante. Cinquenta e dois anos depois, bob e jack partilham com a câmara os segredos da sua união: em como abandonaram mulheres e filhos, em como se mudaram para uma pequena cidade e começaram uma nova vida, e em como sobrevivem hoje, já na casa dos oitenta anos.

the blossoming of máximo oliveros | 20 setembro · 22h longa metragem
a pureza do primeiro amor é maculada pela miséria e corrupção dos bairros de Manila, espaço onde decore a acção deste filme. Maxi, um rapaz gay na pré-adolescência, é profunda e serenamente dedicado à sua família de pequenos ladrões. Ele limpa-lhes a casa, cozinha para eles, lava-lhes a roupa, remenda-lhes os jeans esfarrapados, e, quando necessário, encobre os seus passos.
[…foi seguramente um dos maiores êxitos no circuito dos festivais queer mundiais de 2005 e 2006]


destaque local | queer market – livros e filmes

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posted by Marco Lourenço
15:02

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terça-feira, 11 de setembro de 2007



O cinema São Jorge é o palco para a apresentação da décima primeira edição do festival mais antigo da capital – Festival de Cinema Gay e Lésbico. Este ano com um nome diferente – Queer Lisboa 11, o festival conta com 88 filmes programados em 60 sessões e aposta, como nas edições anteriores, secções competitivas para Melhor Longa-Metragem, Melhor Documentário e o Prémio do Público para a melhor Curta-Metragem.

As novidades desta edição são a retrospectiva da Cinematografia Gay Portuguesa dos anos 70 e a Secção Queer Pop. Enquanto que a primeira exibe um conjunto de curtas e médias metragens que exemplificam o fulgor de uma expressão cinematográfica injustamente esquecida, a segunda é dedicada às expressões queer na música. 14 a 22 de Setembro

* sócios de associações lgbt possuem descontos : )
** carrega no logo

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posted by Marco Lourenço
04:57

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sessão 1 – a república das bananas

quinta-feira, 6 de setembro de 2007




“Em declarações recentes, Alberto João Jardim classificou de "deboche" e de "degradação" o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Estas palavras são inadmissíveis. Lésbicas e gays exigem a dignidade e o respeito que as suas relações merecem - e recusam todos os atributos negativos com que a homofobia tenta menorizar essas relações. O insulto homófobo não é aceitável por parte de responsáveis políticos e é altura de haver uma clarificação da posição do Partido Social Democrata em relação às ofensas sistemáticas de Alberto João Jardim.

A Associação ILGA Portugal relembra que a Constituição da República Portuguesa proíbe a discriminação com base na orientação sexual, tendo o Partido Social Democrata votado favoravelmente a alteração constitucional que instituiu esta proibição.

Instamos, por isso, o Partido Social Democrata a afirmar a sua completa oposição ao insulto patente nas palavras de Alberto João Jardim que, relembramos, desempenha um cargo público de responsabilidade.

Esperamos ainda que o Partido Socialista assuma uma oposição clara a esta lógica homófoba, acabando com a discriminação no acesso ao casamento civil. Enquanto o casamento civil não for alargado aos casais de pessoas do mesmo sexo, é o Estado que endossa e glorifica na lei as ofensas de Alberto João Jardim, classificando como indignas as relações entre pessoas do mesmo sexo.

A Associação ILGA Portugal apela finalmente ao Presidente da República para que afirme o respeito e a dignidade das pessoas LGBT, alertando para a necessidade de cumprir o princípio constitucional da igualdade, e relembrando Alberto João Jardim de que lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros são uma percentagem significativa da população portuguesa – e madeirense.

21 de Agosto de 2007

A Direcção e o Grupo de Intervenção Política da Associação ILGA Portugal"
[nós assinamos por baixo]

original http://www.ilga-portugal.pt/noticias/20070821.htm

posted by Marco Lourenço
13:58

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o início - | eu e Ele |

terça-feira, 4 de setembro de 2007




“Podes não me conhecer, mas Eu sei tudo sobre ti. Eu sei quando te sentas e quando te levantas”. E com tudo o que há em mim eu sei que Ele me ama incondicionalmente, assim nesta minha particularidade, por vezes, comum.

Lembro-me desde pequeno da igreja, presente na minha vida e no meu crescimento. Como a maioria dos católicos, foi pelas mãos dos meus pais que comecei a fazer parte da igreja [católica apostólica romana]. No início comecei por frequentar a catequese, na igreja mais próxima, juntamente com colegas e amigos de infância.
A catequese, a missa, a escola e o recreio não tinham quaisquer diferenças espaciais e geográficas entre si, apenas temporais. Durante os dias de semana, ia àquele edifício para aprender e brincar, e isto era a minha escola primária, igual a tantas outras. No entanto, ao domingo, o átrio enchia-se de cadeiras e era lá que participava na catequese e na missa.
Tenho a certeza que, nestes tempos, não fazia grande noção do que era igreja, fé, Deus ou Cristo. Sabia que aquele era mais um dia em que me podia juntar a amigos, para brincar e conhecer coisas novas.
Ao passar os anos, com o diploma da 4ª classe numa mão e o da 1ª comunhão na outra, muitos amigos não só saíram daquela escola, mas também saíram da igreja. Os jogos de pc e os desenhos animados, numa madrugada de domingo, tornaram-se bem mais sedutores que a missa celebrada por um senhor velhote, acompanhado por um grupo de senhoras a esganiçar “ a 13 de Maio na cova de iria”. Desta forma, tal como os meus amigos, eu fui-me afastando desse lugar que tanto me marcou.
Foi só ao mudar de escola, pela segunda vez, agora para o secundário, que me foi feita uma nova proposta – “queres ir para o grupo de catequese do 10º volume?”. Ante os sorrisos da minha mãe e da amiga não consegui, ou não quis, dizer “não”. Comecei, assim, a frequentar o grupo de jovens e a catequese, na igreja vizinha.
No início era tudo novo: caras, padre, parede e cânticos. Até parecia que Deus era outro.

Deus não era outro, o crescer apenas me fez vê-Lo de outra forma.
Desde esse dia que tenho estado na paróquia. Já se passaram 10 anos e parece que tudo passou a correr. Neste tempo, dei e recebi. Fiz o esforço para me ir conhecendo, e para que aquilo que sinto e penso se reflicta na minha maneira de agir.
Aprendo todos os dias algo novo de mim, e apesar de não o sentir sempre, sei que Ele me ama incondicionalmente, mesmo com toda a minha complexidade.

posted by Marco Lourenço
05:05

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